A criança que brinca em nós
com risos cristalinos, brancos
tem uma lágrima na alma
e uma insuspeitada e secreta , tristeza
porque uma noite ouviu, uma história na hora de dormir
que não compreendeu.Interrogado o narrador , sentiu pela sua voz, algo que a magoou e que nun ca soube o porquê .
Passados séculos de minutos, a criança que vivia em nós, como se de uma flor se tratasse, secou .
Passadas décadas de horas , anjos , arcanjos e querubins águarelados em carmins e turquezas
deram vida aos risos cristalinos e a minha alma aqueceu de alegria novamente em ti.
Crente que em mim creias , adormeci.
Sagradas as nossas histórias deram as mãos, e a amizade floresceu.
Num lago de cristal salgado nos nenúfares de Monet, acordei morta, porque a partir da imagem dos anjos, tudo era virtual.
Quiaios figueira da Foz nsacimento do dia 31 /8/2010 Avelina vieira.
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