Manchado pela lua cheia , agosto no mar
pirilampos acesos sem ar, e com alma
preenchendo a minha . Fixados os olhos
nos teus passos em sombra calma
lá, no horizonte de luz lavado----havia uma dor
Sem música sem encontros amorosos ; pasmado e de lés- a lés.pura geometria céu e mar
percorria o nosso sangue um traço roxo d’amor .
Dunas, princepescas, agarro essas bastas cabeleiras
Seleciono uma em direção ao teu céu
da minha boca.
Anjos, aiiiiiiiiiii Deus meu , as minhas asas!.
Quiaios 23/8/2010-avelina vieira
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domingo, 24 de outubro de 2010
Poema3
Incendeio-me e os cabelos ardem
, queimam esta floresta que comigo vive desde que nasci
Loira, terras de siena escurecendo
Cinzas caminhando em direção ao
Sal
Derretendo –se até águas se tornarem
Sim
Apagando os fogos transparências puras
Brancuras , calêndulas , aloendros. Folha d’oliveira
Cor de prata
Sangue dos seus galhos
Cor de ouro
Ritmo de vida
Princípio e fim.
Nos meus cabelos , de menina , de mulher , fios tecidos , por dedos delicados se vão quebrando, rareando, escasseando
Quem foi que disse, um segredo, uma meiguice
Mantendo as brasas no inverno da velhice?
Quiaios 28/8/2010 avelina vieira
, queimam esta floresta que comigo vive desde que nasci
Loira, terras de siena escurecendo
Cinzas caminhando em direção ao
Sal
Derretendo –se até águas se tornarem
Sim
Apagando os fogos transparências puras
Brancuras , calêndulas , aloendros. Folha d’oliveira
Cor de prata
Sangue dos seus galhos
Cor de ouro
Ritmo de vida
Princípio e fim.
Nos meus cabelos , de menina , de mulher , fios tecidos , por dedos delicados se vão quebrando, rareando, escasseando
Quem foi que disse, um segredo, uma meiguice
Mantendo as brasas no inverno da velhice?
Quiaios 28/8/2010 avelina vieira
sábado, 23 de outubro de 2010
Poema2
Agoirentas rodeiam-me acabeça. A casa.
São águas e asas outunais em pleno agosto
incendeiam-se as almas já benzidas
esturricadas, mudas sem um grito;
São silêncios cosidos prego a prego
nos abismos do traçado horizontal
As duas bocas lacradas a sete chaves
Águas as lavam e as afogam É um sinal
, um estertor , caixão aberto, pios de bicos pios de bocas, olha p’ra mim e diz-me agora se a esta hora sentes assim,
As unhas rasgam a terra e a tua verdade fica es crita
Sob a minha
Só quero um amigo se ele for
Isto:
Irmão de Jesus Cristo.
Quiaios 18/8/2010 avelina vieira
São águas e asas outunais em pleno agosto
incendeiam-se as almas já benzidas
esturricadas, mudas sem um grito;
São silêncios cosidos prego a prego
nos abismos do traçado horizontal
As duas bocas lacradas a sete chaves
Águas as lavam e as afogam É um sinal
, um estertor , caixão aberto, pios de bicos pios de bocas, olha p’ra mim e diz-me agora se a esta hora sentes assim,
As unhas rasgam a terra e a tua verdade fica es crita
Sob a minha
Só quero um amigo se ele for
Isto:
Irmão de Jesus Cristo.
Quiaios 18/8/2010 avelina vieira
Poema
A criança que brinca em nós
com risos cristalinos, brancos
tem uma lágrima na alma
e uma insuspeitada e secreta , tristeza
porque uma noite ouviu, uma história na hora de dormir
que não compreendeu.Interrogado o narrador , sentiu pela sua voz, algo que a magoou e que nun ca soube o porquê .
Passados séculos de minutos, a criança que vivia em nós, como se de uma flor se tratasse, secou .
Passadas décadas de horas , anjos , arcanjos e querubins águarelados em carmins e turquezas
deram vida aos risos cristalinos e a minha alma aqueceu de alegria novamente em ti.
Crente que em mim creias , adormeci.
Sagradas as nossas histórias deram as mãos, e a amizade floresceu.
Num lago de cristal salgado nos nenúfares de Monet, acordei morta, porque a partir da imagem dos anjos, tudo era virtual.
Quiaios figueira da Foz nsacimento do dia 31 /8/2010 Avelina vieira.
com risos cristalinos, brancos
tem uma lágrima na alma
e uma insuspeitada e secreta , tristeza
porque uma noite ouviu, uma história na hora de dormir
que não compreendeu.Interrogado o narrador , sentiu pela sua voz, algo que a magoou e que nun ca soube o porquê .
Passados séculos de minutos, a criança que vivia em nós, como se de uma flor se tratasse, secou .
Passadas décadas de horas , anjos , arcanjos e querubins águarelados em carmins e turquezas
deram vida aos risos cristalinos e a minha alma aqueceu de alegria novamente em ti.
Crente que em mim creias , adormeci.
Sagradas as nossas histórias deram as mãos, e a amizade floresceu.
Num lago de cristal salgado nos nenúfares de Monet, acordei morta, porque a partir da imagem dos anjos, tudo era virtual.
Quiaios figueira da Foz nsacimento do dia 31 /8/2010 Avelina vieira.
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