Vai uma cruz à frente
que dita a sina da dor
em que tu e eu existimos na cidade dos nevoeiros, e dos cheiros perfumados,
dos nossos corpos marcados, pela pequena distância e pelo bem da criança,
que havia dentro de cada um de nós,...........nunca deixamos morrer...........
Vai uma cruz de rastos
que dita a sina da dor
das nossas mentes confusas no campo dos vendavais , esmagada a alfazema
e dos cheiros perfumados,perturbados azedados, e já tão distanciados........
Pela incompreensão
Copos cheios, noite alta
porque dormes acordado
roubaste meu sono azul
carmim , verde e amarelo
Quem és tu que leva a cruz
por essa estrada sem luz?
Quiaios 16/8/2010 avelina vieira